/Opinião

Alunos da Coppe perdem 73 bolsas de mestrado e doutorado em função de medida do MEC

Com a suspensão de bolsas de estudo pelo Ministério da Educação (MEC), os alunos da Coppe/UFRJ, maior centro de ensino e pesquisa de Engenharia do país, perderão um total de 73 bolsas: 46 de mestrado e 27 de doutorado. A medida, que representará um corte de 12,10% no total de 603 bolsas oferecidas pela instituição, também prejudicará os alunos que já iniciaram seus cursos e estão na fila de espera das bolsas que seriam disponibilizadas pelos atuais pós-graduandos que estão concluindo suas dissertações de mestrado e teses de doutorado.

Diretoria da Coppe/UFRJ

Fim do horário de verão: Mais estudos seriam recomendáveis

Insalubre e irritante para alguns, saudável e lucrativo para outros, o horário de verão é tema de debates acalorados. Proposto por Benjamin Franklin, que percebeu que em certos meses do ano o sol nascia antes das pessoas se levantarem, o horário de verão é atualmente adotado por 70 países. O objetivo do cientista estadunidense era economizar vela. A motivação das economias contemporâneas é economizar energia e diminuir a demanda máxima no horário de ponta.

Mauricio T. Tolmasquim

Professor Titular da Coppe/UFRJ

Nota do CONFIES sobre a condenação de dirigentes da UFRJ

Conselho Nacional das Fundações de Apoio às Instituições de Ensino Superior

Declaração Pública

Conselho de Coordenação do CCS

Nota de apoio ao professor Carlos Levi

O Conselho Deliberativo da COPPE/UFRJ manifesta-se contra a sentença penal condenatória de dirigentes universitários por pretensas práticas de atos lesivos à Lei, promulgada sem a prudente cautela e o respaldo de evidência insofismável. Nesse contexto, o Conselho Deliberativo solidariza-se com o Prof. Carlos Antonio Levi da Conceição, integrante do Corpo Docente da COPPE/UFRJ, e manifesta o seu veemente protesto por sua condenação, responsabilizado por ato praticado enquanto Reitor da Universidade, ocorrido, porém, ao tempo em que sequer exercia esta função.

Conselho Deliberativo da Coppe/UFRJ

Os fundos patrimoniais e a tragédia

Ironias à parte, o Brasil se tornou um paraíso para uma pequena casta de burocratas que controlam os meios do Estado segundo seus próprios desígnios e fabricam vetos sem conhecer o mérito das propostas. Vejam o caso da Lei dos Fundos Patrimoniais (MP 851). Foi sancionada em 4/1/2019 pelo presidente Jair Bolsonaro com vetos que atendem só a burocracia econômica, sem ouvir nem o MCTIC, nem o MEC. Com isso, adiaram a eficácia de uma lei que chega ao País 100 anos após funcionar nos EUA, por exemplo. O projeto contava com apoio integral de entidades do setor acadêmico e de ciência e tecnologia. As razões para os vetos não se sustentam.

Fernando Peregrino

Diretor de Orçamento e Controle da Coppe/UFRJ

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